VÔO LIVRE. Contos. Rio de Janeiro, Cátedra; Brasília, INL, 1982.
Estes contos pretendem abarcar a aventura, a viagem, a descoberta, mas um deles também incursiona por um imaginário fim do mundo, após a bomba atômica. O foco principal recai na dificuldade de relacionamento entre as pessoas, chegando ao paroxismo em "Manuscrito de um homem só". Como o título já diz, o conto, em primeira pessoa do singular, relata a solidão do homem no século XX, onde muitas vezes assiste-se à desintegração da personalidade e da capacidade lógico-discursiva. O livro procura apresentar uma crítica da sociedade contemporânea à luz do humanismo e da existência criativa de seus personagens.
terça-feira, 24 de julho de 2007
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